17 segunda-feira , dezembro , 2018
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Formadores de Opinião

Mas, todo esse blá, blá, blá, porquê?

Pois bem, realmente ficou muito cumprido todo esse bate papo, mas, perdemos o hábito de jogar conversa fora, deixamos que a televisão ocupasse o lugar da família, o rádio calasse a conversa dentro dos automóveis, o whatsapp fosse o nosso meio comunicação e de formação de opinião.

Entretanto, o que vem desses instrumentos muitas vezes é apenas mídia pronta, visando a algum objetivo que nem sempre é o que esperamos como solução para os  nossos problemas. Temos deixado que o Governo, o Legislativo e o Executivo, supra todas as nossas necessidades. Deixamos de lado nossa vontade de agir. Nos acomodamos.

É comum elogiarmos os outros países em menosprezo ao que temos, simplesmente porque temos pouca ação sobre aqueles a quem demos o poder de agir por nós.

Devemos assumir o nosso papel de protagonistas da Política, e não de meros seguidores das opiniões deste ou daquele comentarista econômico ou político, que pode estar servindo a interesses de outros, em detrimento dos nossos direitos.

Temos grande parcela de culpa. Falar sobre política é fazer Política. É uma forma democrática de externarmos nossa opinião e colocá-la em confronto com a opinião de outras pessoas.

Toda vez que ouvimos sem questionar a origem, estamos aceitando o que nos é apresentado, e, muitas vezes retransmitindo fatos que não necessariamente são verdadeiros. No debate, no diálogo, no convencimento, teremos condições de aperfeiçoar a Democracia.

Você que dirige um grupo, que preside um trabalho, que atua no sindicato ou na comunidade onde vive, tem papel importante em ajudar o crescimento daqueles que ainda não acordaram para essa realidade.

Estando melhor preparados, conseguiremos o convencimento para a formação de um quadro melhor de políticos, que ao serem eleitos estarão se comprometendo a dar o melhor de si para o seu País.

Em pouco tempo, seremos muito melhores.

Por: Oswaldo Augusto de Barros – CNTEEC