17 segunda-feira , dezembro , 2018
Novidades

E agora quem vai comandar essa orquestra?

As casas legislativas têm seu próprio rito de trabalho, entretanto, quem governará o seu Estado será o Governador e ao país será o Presidente. Os poderes, Legislativo e Executivo, são independentes, porém precisam ser harmônicos.

O novo Presidente deve atuar em conjunto com cada Governador, em suas bases, fazendo com que a população seja atendida pelos vários e altos impostos que lhes são cobrados. O Governador terá a missão de tornar a vida da sua população do seu Estado melhor do que já é, esse é o principal motivo para você fazer uma criteriosa escolha.

Estados falidos, País a beira do caos e porque tantos querem ocupar a cadeira do Executivo. É um paradoxo interessante, entretanto, melhor nos atermos no que temos que escolher e o que temos que cobrar. Qualquer um que seja eleito, sabe em que condições encontrará e como fará para solucionar os problemas existentes, a nós, eleitores cabe a tarefa de escolher quem atenda nossas ansiedades. Não temos que esperar tudo do Estado (País e Unidades da Federação), entretanto, devemos fazer cumprir as promessas feitas pelos candidatos.

Conhecer os candidatos e entender suas promessas é nossa missão. O mundo do trabalho é diferente do mundo empresarial. Suas peculiaridades são administradas pelas leis que serão votadas e podem ou não ser sancionadas pelos governantes.

O Estado não produz, apenas administra os impostos. O arrecadado terá que ser suficiente para que a população fique satisfeita com o que recebe e também invista em saneamento básico, estrutura de mobilidade, educação, saúde, bem-estar da população e segurança pública.

Como conseguir tudo isso, se o que ouvimos é que o Brasil está quebrado. A boa administração exige a participação de todos, quando temos a iniciativa governamental, temos mais vontade de apoiar os projetos que estão dando certo, ao passo que, quando notamos que o Estado está se tornando terra de ninguém, temos repulsa da situação criada pelos Governantes.

É pela proposta que escolhemos o melhor candidato. Quando forem somente promessas, desconfie. Quando forem apenas comparações com o que já foi feito, é porque falta planejamento. Nosso papel é comparado a de um maestro, na escolha de seus músicos, temos que escolher os melhores para não desafinar na hora da apresentação.

Por: Oswaldo Augusto de Barros – CNTEEC