21 quinta-feira , novembro , 2019
Novidades
A arte de governar é para poucos

A arte de governar é para poucos

Toda vez que sai o nome do novo chefe do Executivo, em qualquer lugar do mundo, seja Municipal, Estadual ou principalmente Federal, uma magia surge no ar e contamina a todos na busca de uma nova realidade, nova esperança e de equilíbrio nos atos futuros.

Desconheço a história de um totalitário que tenha conseguido tal façanha na base da imposição, truculência ou criando fantoches que simulariam guerra aos maus porque somos do bem.

O equilíbrio e a diplomacia, quando de mãos dadas, geram o princípio natural da vida em comum. É o sonho de todo mandatário comprometido com princípios éticos e morais.

A figura silente do sábio exprime mais palavras que os berros e agitos do falastrão.

As virtudes um Governante não estão nas coisas que ele desconstrói, muito menos no mal que acarreta a determinado segmento da sociedade. Está na capacidade de união dos todos, na busca de um país competitivo na atividade industrial, comercial e bem-estar social.

Nós representantes do povo, temos a obrigação de cobrar quando as coisas não se alteram. Independentemente de ter votado no vencedor, somos formadores do mesmo país e o importante não é o vencedor, mas, quem melhor governa.

O Governante tem que ter a consciência de que: “quem bate nunca lembra, quem apanha nunca esquece.

O Governo Temer apostou na Reforma Trabalhista que precarizou o trabalho, reduziu vagas e criou empregos sub-humanos. Hoje os trabalhadores são explorados nas plataformas como figuras sem qualquer importância. Seu partido pagou alto preço por isso.

Ainda há tempo de melhor tratar o Trabalhador Brasileiro e as entidades sindicais que os representam.

 

Oswaldo Augusto de Barros – CNTEEC – FEPPAAE – FST