5 sexta-feira , junho , 2020
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CNTEEC defende substitutivo ao PL 1.075/2020, conhecido como “Lei Emergencial da Cultura”

CNTEEC defende substitutivo ao PL 1.075/2020, conhecido como “Lei Emergencial da Cultura”

O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Educação e Cultura –CNTEEC, Prof. Oswaldo de Augusto de Barros, encaminhou nesta quarta-feira (20) um pedido aos líderes dos partidos na Câmara para que aprovem o substitutivo, apresentado pela deputada Jandira Feghali (PCdoB/RJ), ao Projeto de Lei 1.075 de 2020, conhecido como “Lei Emergencial da Cultura” por beneficiar artistas e trabalhadores da área.

Segundo Prof. Oswaldo, que também é o coordenador-nacional do Fórum Sindical dos Trabalhadores–FST, o texto corrige e ameniza a penúria que passa o segmento profissional. “Diante da seríssima situação financeira deste País, necessário se faz a aprovação desse documento, no sentido de viabilizar uma vida digna àqueles que, com o entretenimento, levam a alegria, felicidade e o sorriso a todo o povo brasileiro”, enfatizou.

Nesta segunda-feira (18), na Web Conferência Nacional de Cultura com os secretários estaduais e dirigentes de todas as regiões do país, a dep. Jandira Feghali reforçou a proposta do repasse de R$ 3,6 bilhões aos estados e municípios. Serão recursos destinados fundamentalmente ao auxílio financeiro aos trabalhadores da cultura, ao subsídio de equipamentos culturais e aos editais destinados a projetos.

Para Jandira, o repasse para as regiões, que têm maior conhecimento sobre a realidade local, facilitará a gestão do dinheiro aplicado em cultura.

A expectativa é de que o PL seja posto em votação na próxima terça feira (26/05). Por isso, é fundamental a soma de esforços no sentido de sensibilizar os parlamentares para essa importante votação.

“São trabalhadores que têm uma forma diferente de trabalho, nem sempre reconhecida e pouco valorizada, principalmente nos momentos de crise. É mais que necessário que se volte os olhos para esses brasileiros, que neste momento necessitam de ajuda e que não podem ficar ao desalento”, reforçou Prof. Oswaldo.