O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Educação e Cultura (CNTEEC), Tarcísio Melo, apoia a nota de repúdio do Fórum Sindical de Trabalhadores (FST) às declarações do presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), que defendeu a manutenção da estrutura sindical exclusivamente por meio da contribuição associativa (mensalidades dos sócios).
A CNTEEC considera essas declarações um ataque aos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras e uma ameaça à democracia sindical. A contribuição assistencial/negocial é um instrumento fundamental para garantir a independência e a autonomia dos sindicatos, permitindo que eles atuem em defesa dos interesses da classe trabalhadora sem a interferência do governo ou dos empregadores.
A manutenção da estrutura sindical exclusivamente por meio de mensalidade enfraqueceria os sindicatos e os tornaria mais vulneráveis à cooptação por parte dos patrões e do governo. Isso prejudicaria a luta por melhores condições de trabalho, salários dignos e direitos trabalhistas.
Defendemos a manutenção da contribuição assistencial/negocial como forma de garantir a independência e a autonomia dos sindicatos e fortalecer a luta da classe trabalhadora.
Confira abaixo a nota do FST em defesa da contribuição negocial. O documento foi aprovado pelos presidentes das Confederações, que compõem o Fórum, Federações e Sindicatos no último dia 12/2, na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio – CNTC.
NOTA DE REPÚDIO DO FST
As entidades sindicais – Sindicatos, Federações e Confederações de trabalhadores – reunidas na sede da CNTC, no último dia 12 de fevereiro de 2025, manifestam veemente repúdio às declarações do presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), que defendeu a manutenção da estrutura sindical exclusivamente por meio da contribuição associativa (mensalidades dos sócios).
Considerando que:
EM DEFESA DA UNICIDADE SINDICAL, DO SISTEMA CONFEDERATIVO, DO EMPREGO E DOS DIREITOS TRABALHISTAS.
Diante disso, afirmamos que:
A estrutura sindical brasileira não pode ser tratada como um clube de associados. As entidades do sistema confederativo são instituições essenciais para a negociação de condições de trabalho, remuneração, saúde, segurança e benefícios que alcançam TODA a categoria profissional, independentemente da filiação sindical de cada trabalhador. As entidades sindicais representam a totalidade dos trabalhadores e trabalhadoras de determinada categoria.
Além disso, é essencial destacar que a decisão do Supremo Tribunal Federal no processo nº ARE 1018459 (Tema nº 935) reconheceu a legitimidade e a constitucionalidade da contribuição assistencial (negocial), de sócios e não sócios, como mecanismo de financiamento sindical. Essa decisão respeita a Constituição Federal e garante a autonomia sindical.
Ignorar essa realidade significa desconsiderar a própria necessidade de equilíbrio entre PATRÃO X EMPREGADO nas relações de trabalho.
Dessa forma, repudiamos qualquer tentativa de deslegitimar a contribuição negocial (assistencial) como instrumento fundamental para a manutenção do sistema confederativo e da defesa dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras.
A sustentabilidade econômica das entidades sindicais é um pilar indispensável para a valorização do trabalho e para a construção de um país mais justo e equilibrado.
Sindicatos, Federações e Confederações de trabalhadores reunidas na sede da CNTC, no último dia 12 de fevereiro de 2025.
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O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Educação e Cultura (CNTEEC), Tarcísio Melo, apoia a nota de repúdio do Fórum Sindical de Trabalhadores (FST) às declarações do presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), que defendeu a manutenção da estrutura sindical exclusivamente por meio da contribuição associativa (mensalidades dos sócios).
A CNTEEC considera essas declarações um ataque aos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras e uma ameaça à democracia sindical. A contribuição assistencial/negocial é um instrumento fundamental para garantir a independência e a autonomia dos sindicatos, permitindo que eles atuem em defesa dos interesses da classe trabalhadora sem a interferência do governo ou dos empregadores.
A manutenção da estrutura sindical exclusivamente por meio de mensalidade enfraqueceria os sindicatos e os tornaria mais vulneráveis à cooptação por parte dos patrões e do governo. Isso prejudicaria a luta por melhores condições de trabalho, salários dignos e direitos trabalhistas.
Defendemos a manutenção da contribuição assistencial/negocial como forma de garantir a independência e a autonomia dos sindicatos e fortalecer a luta da classe trabalhadora.
Confira abaixo a nota do FST em defesa da contribuição negocial. O documento foi aprovado pelos presidentes das Confederações, que compõem o Fórum, Federações e Sindicatos no último dia 12/2, na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio – CNTC.
NOTA DE REPÚDIO DO FST
As entidades sindicais – Sindicatos, Federações e Confederações de trabalhadores – reunidas na sede da CNTC, no último dia 12 de fevereiro de 2025, manifestam veemente repúdio às declarações do presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), que defendeu a manutenção da estrutura sindical exclusivamente por meio da contribuição associativa (mensalidades dos sócios).
Considerando que:
EM DEFESA DA UNICIDADE SINDICAL, DO SISTEMA CONFEDERATIVO, DO EMPREGO E DOS DIREITOS TRABALHISTAS.
Diante disso, afirmamos que:
A estrutura sindical brasileira não pode ser tratada como um clube de associados. As entidades do sistema confederativo são instituições essenciais para a negociação de condições de trabalho, remuneração, saúde, segurança e benefícios que alcançam TODA a categoria profissional, independentemente da filiação sindical de cada trabalhador. As entidades sindicais representam a totalidade dos trabalhadores e trabalhadoras de determinada categoria.
Além disso, é essencial destacar que a decisão do Supremo Tribunal Federal no processo nº ARE 1018459 (Tema nº 935) reconheceu a legitimidade e a constitucionalidade da contribuição assistencial (negocial), de sócios e não sócios, como mecanismo de financiamento sindical. Essa decisão respeita a Constituição Federal e garante a autonomia sindical.
Ignorar essa realidade significa desconsiderar a própria necessidade de equilíbrio entre PATRÃO X EMPREGADO nas relações de trabalho.
Dessa forma, repudiamos qualquer tentativa de deslegitimar a contribuição negocial (assistencial) como instrumento fundamental para a manutenção do sistema confederativo e da defesa dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras.
A sustentabilidade econômica das entidades sindicais é um pilar indispensável para a valorização do trabalho e para a construção de um país mais justo e equilibrado.
Sindicatos, Federações e Confederações de trabalhadores reunidas na sede da CNTC, no último dia 12 de fevereiro de 2025.
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