Não é com “cortina de fumaça” que esconderão a incompetência administrativa sob a qual vivemos.
Não há como reclamar. Temos conhecimento das regras do jogo. A Democracia é a “menos ruim” das formas de governo e por isso os países sérios a mantêm.
De uma hora pra outra, vemos ilações sobre as urnas eletrônicas, mesmo os que se elegeram por esse meio, e, como consequência, surgem ações de desespero pra forçar alterações, no mínimo oportunistas. Em pleno século XXI, teimam em negar a importância do mundo virtual.
O “desfile” militar-aeronáutico ficou mais para o quadro “Lata Velha” das tardes de sábado do que para “pressionar” o Congresso Nacional. O que se assistiu, além do interesse fora do “cerdadinho”, foi o desfile de veículos que necessitam de boa reforma.
Triste, mas preocupante, haja vista o resultado da votação, na qual número significativo manifestou-se a favor aos interesses do Executivo. Os casuísmos continuam e as coligações parecem ganhar espaço.
Os eleitores, ou seja, nós brasileiros, temos a obrigação de votar melhor e procurar uma representação política que esteja atenta às necessidades da população.
Esta semana, de forma escamoteada, “jabutis”, ocorreu a aprovação da sonhada, pelos empresários menos preparados, “Carteira Verde-Amarela”, que legaliza o trabalho escravo – o subemprego e as condições precárias, sem garantias funcionais e profissionais, foram aprovadas na Câmara dos Deputados, a MP 1045.
Joe Biden, Presidente dos EUA, foi feliz quando afirmou: “A riqueza dos EUA não foi construída por Wall Street e sim pelos trabalhadores.”
Trabalhadores bem remunerados movimentam o comércio, que mobiliza a Indústria e geram a riqueza necessária para a administração de uma Nação, através dos impostos arrecadados.
Não é com “cortina de fumaça” que esconderão a incompetência administrativa sob a qual vivemos.
Professor Oswaldo Augusto de Barros
Coordenador do FST – CNTEEC – FEPAAE
Fonte – https://fstsindical.com.br/novo/
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Não é com “cortina de fumaça” que esconderão a incompetência administrativa sob a qual vivemos.
Não há como reclamar. Temos conhecimento das regras do jogo. A Democracia é a “menos ruim” das formas de governo e por isso os países sérios a mantêm.
De uma hora pra outra, vemos ilações sobre as urnas eletrônicas, mesmo os que se elegeram por esse meio, e, como consequência, surgem ações de desespero pra forçar alterações, no mínimo oportunistas. Em pleno século XXI, teimam em negar a importância do mundo virtual.
O “desfile” militar-aeronáutico ficou mais para o quadro “Lata Velha” das tardes de sábado do que para “pressionar” o Congresso Nacional. O que se assistiu, além do interesse fora do “cerdadinho”, foi o desfile de veículos que necessitam de boa reforma.
Triste, mas preocupante, haja vista o resultado da votação, na qual número significativo manifestou-se a favor aos interesses do Executivo. Os casuísmos continuam e as coligações parecem ganhar espaço.
Os eleitores, ou seja, nós brasileiros, temos a obrigação de votar melhor e procurar uma representação política que esteja atenta às necessidades da população.
Esta semana, de forma escamoteada, “jabutis”, ocorreu a aprovação da sonhada, pelos empresários menos preparados, “Carteira Verde-Amarela”, que legaliza o trabalho escravo – o subemprego e as condições precárias, sem garantias funcionais e profissionais, foram aprovadas na Câmara dos Deputados, a MP 1045.
Joe Biden, Presidente dos EUA, foi feliz quando afirmou: “A riqueza dos EUA não foi construída por Wall Street e sim pelos trabalhadores.”
Trabalhadores bem remunerados movimentam o comércio, que mobiliza a Indústria e geram a riqueza necessária para a administração de uma Nação, através dos impostos arrecadados.
Não é com “cortina de fumaça” que esconderão a incompetência administrativa sob a qual vivemos.
Professor Oswaldo Augusto de Barros
Coordenador do FST – CNTEEC – FEPAAE
Fonte – https://fstsindical.com.br/novo/
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